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Adrift in space with no food or water, Tony Stark sends a message to Pepper Potts as his oxygen supply starts to dwindle. Meanwhile, the remaining Avengers -- Thor, Black Widow, Captain America and Bruce Banner -- must figure out a way to bring back their vanquished allies for an epic showdown with Thanos -- the evil demigod who decimated the planet and the universe. Adrift in space with no food or water, Tony Stark sends a message to Pepper Potts as his oxygen supply starts to dwindle. Adrift in space with no food or water, Tony Stark sends a message to Pepper Potts as his oxygen supply starts to dwindle. Tony Stark sends a message....

Release Date: 26 April 2019

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The Last Of Us Remastered (PS4)

[info headline="Desenvolvedora"]Naughty Dog[/info] [info headline="Data de Lançamento"]29 de Julho de 2014[/info] [info headline="Gênero"]Ação, Aventura, Sobrevivência[/info] [info headline="Plataformas"]PlayStation 4[/info] Desde seu anúncio no longínquo ano de 2013 que The Last of Us me chamou a atenção. Na época, possuía um Xbox 360 devido a facilidade e custo baixo para adquirir jogos (pirataria é errado, eu sei...), mas com o tempo fui jogando todos o jogos que me interessavam para a plataforma e adquiri um PS3, muito em prol deste jogo que analiso.


Muito bem, com PS3 e o famigerado The Last of Us em mãos, dei inicio a minha jogatina, certo? Errado. Dentre alguns outros jogos que jogava, sempre pensava em jogar TLOU, mas sempre disse que gostaria de jogar com o clima certo. 100% focado, imerso e assim poder tirar o melhor proveito deste que estava sendo chamado como o melhor jogo de todos os tempos. O tempo passou, eu não joguei, adquirir um PS4 e posteriormente a versão remasterizado...E depois de muito tempo que decidi maratonar e jogá-lo de vez...E não me arrependo nenhum segundo pela espera.


Pois bem, dada toda esta epopeia introdutória, vamos de fato analisar este jogo, que de fato merece os elogios como uma das melhores obras do mundo dos games.



HISTÓRIA

Os mais desavisados, podem acreditar que o jogo se trata apenas de mais um jogo de apocalipse zumbi, tema este que explodiu na cultura pop nos últimos anos. Mas não. O tema é de fato um plano de fundo para o que acontece e vivemos com os personagens. E falando nele, iniciamos controlando Sarah, a filha do real protagonista da trama, Joel.


Sarah acorda em meio ai inicio do caos, procurando por seu pai. Ja neste começo de game podemos pegar qual vai ser o estilo do jogo dali pra frente. Nos primeiros 30 minutos já somos imersos numa profunda história de "correr para sobreviver". Sarah, Joel e seu irmão Tommy rumam em direção a cidade para escaparem da desgraça que ocorre, e vemos o que aconteceria num mundo real imerso num apocalipse.

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A história é densa, pesada, realista e te faz questionar a integridade do ser humano. Sarah é usada apenas como artificio para chocar o jogador e dar ele o peso que a história irá seguir. Após esse breve epílogo seguimos Joel e Tess, que tentam sobreviver em meio a uma área de quarentena. Mas o jogo só começa de verdade quando nos vemos tendo de cuidar da pequena Ellie, que foi mordida por um dos infectados e aparentemente é imune a infecção. Assim, devemos ao grupo de resistência intitulado vagalumes, numa das, sinceramente, melhores tramas que já vi num jogo.


Ao longo de todo o jogo, você vê o crescimento dos personagens. Joel deixa de ser uma rocha emocional para ser um personagem mais tridimensional, com sentimentos, vontades, medos e amarguras. Ellie se torna mais corajosa, cria laços e é nisso que o jogo foca. Os próprios produtores disseram, a palavra que guia este jogo é "Amor", e de fato você percebe isso.


Os infectados aqui são mesmo uma ameaça, mas você percebe que eles nem de perto são a maior, afinal, os humanos ainda persistem nesse mundo e eles sim, são a verdadeira ameaça a ser temida. A história de The Last of Us não deve ser analisada como uma história sobre apocalipse zumbi, mas sim uma história de pessoas que sobrevivem em meio a esse caos.

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A história é convincente, digna de um ótimo filme de hollywood, com reviravoltas, surpresas e com poucos (ou quase nenhum) momento aonde você se pergunta "ta, mas e daí?". Tudo aparentemente faz sentido e, quando você se perguntar isso, pois ficou alguma ponta solta, provavelmente ela será amarrada mais para frente.


GRÁFICOS

Aqui devemos analisar com calma e cuidado. O jogo é de fato muito belo. Não foi os melhores gráficos da geração passada, e muito menos dessa. Como joguei ambas as versões, pude notar o polimento maior nessa versão remasterizado. Texturas mais belas e de melhor qualidade, contraste maior nas cores e expressões aparentemente mais claras.

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O jogo se passa em um muno devastado, passamos a maior parte do jogo em áreas urbanas, o que implica muito cinza e pouco verde, mas ainda sim poemos ver beleza nisso. O musgo que cresce nas paredes, no chão, nos carros, em tudo...As nuvens de esporos dão de fato aquela sensação de algo presente no ar e afins.


Não podemos analisar como um jogo da geração PS4, mas por ser um remaster não podemos analisar os gráficos como da geração do PS3, mas sim como um intermédio entre ambas e, nesse quesito o jogo é ótimo, beirando o impecável.



JOGABILIDADE

Este é um ponto que divide opiniões. Alguns a acham meio dura, travada, enquanto outros a acham excelente e, este é o meu caso. Os comando são bem distribuídos no controle, onde você rapidamente pega a "manha" de jogar. Joel é capar de andar, correr, agachar, nadar, escalar lugares, usar armas corpo a corpo e também armas de fogo, além de claro, podemos fazer grande uso do crafting aqui.


Assim como no mundo real, armas não brotam do chão e, munição muito menos, por isso não podemos sair bancando o Rambo por aqui e sair atirando em tudo o que se mexe como em Left 4 Dead por exemplo, é necessário cautela, calma e estratégia.


O jogo possui "fases", ao ponto que não é um jogo open world, porém, seus ambientes são bem ricos, tudo isso propiciando a exploração e captação de recursos, que nesse mundo valem como ouro, seja para construir kits médicos, bombas de prego, coquetéis molotov, enfim...Cada item encontrado pode representar a sua vitória num combate que, acredite, você não vai querer ter por alguma bobeira.

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Um ponto rico neste jogo é a interação de Ellie e Joel no gameplay. Enquanto controlamos Joel, que é experiente, forte e robusto, sentimos a sua proficiência (ainda mais quando aumentada se usarmos algumas pílulas que funcionam como pontos numa lista de melhorias de skills). Também jogamos com Ellie em certos períodos e você nota a diferença. Ellie é menor, mais frágil, fraca e destoa do comportamento de Joel, mas é quando os dois cooperam que vemos uma interação fantástica sem ao menos darmos conta disso. Alguns pequenos puzzles (que nem são puzzles de fato) necessita a interatividade dos dois como uma dupla, enquanto um pega uma escada, o outro precisa se esgueirar por entre vãos e afins.


A jogabilidade é boa, refinada e em nenhum momento você se sente confuso com os comandos. O fato de não possuir pause ou uma câmera lenta para trocar, criar e organizar itens é uma boa jogada, mas diria que é o único ponto não tão positivo no game, pois ele poderia ter sido melhor explorado, mas de maneira alguma afeta a diversão.



MÚSICA E SONS

Simplesmente não há o que dizer aqui se não elogios ao que a Naughty Dog fez. A trilha sonora do jogo aparece em momentos chaves, para dar ainda mais emoção ao que estamos vendo, bem como deve ser. Ela é composta por breves trechos de violão acústico, mas que traz um peso e densidade ao jogo. É sem dúvidas maravilhoso.


Os sons são fenomenais também. O barulho do caminhar em diferentes terrenos, o barulho das armas que destoam e os infectados que soltam grunhidos aqui e ali. Para quem jogou com headset assim como eu, pode notar a imersão que o som 3D causa. Você ouvir paços ao longe, a sua direita, ou a sua esquerda, enquanto se aproximam...Você percebe a qualidade deste quesito, quando é possível basear sua estratégia usando o som que os inimigos ecoam, como poder circundá-los baseado no que você escuta eles fazendo. Mais um ponto positivissimo para o jogo!



VEREDITO

The Last of Us merece facilmente a alcunha que recebe como um dos melhores jogos de todos os tempos. Classificá-lo como o melhor cabe a quem joga devido a sua preferência, mas este é sem dúvidas um jogos obrigatórios para qualquer player.


O jogo te passa a sensação de tensão simplesmente em 100% do tempo. Você fica travado, tenso, esperando da onde virá a próxima ameaça, até mesmo nos momentos em que você se encontra mais relaxado, ainda fica aquela preocupação pairando no ar de que apesar de tudo, nada está bem. Esta é uma sensação difícil de criar até mesmo para alguns survival horror e TLOU consegue fazer com maestria.

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Vemos ao longo da nossa jornada o crescimento de Joel e de Ellie, da relação de ambos e amadurecimento também. Vemos o impacto da catástrofe no mundo e nas pessoas e a sensação de devastação é puramente sentida.


Alguns momentos simples, de puro detalhe são magníficos, como Ellie aprendendo a assobiar, enquanto vocês caminham pelo cenário e ela tenta em vão soprar e você pode ouvir isso. The Last of Us é uma obra prima, com defeitos irrisórios e que merece ser aproveitado cada segundo. Com uma história de emocionar qualquer um e com uma crescente absurda que deixa muitos roteiros de filmes e séries no chinelo. Simplesmente um dos melhores jogos que já joguei.


(Vale lembrar que nem sequer testei o modo online, ao ponto que não tem como avaliar o jogo neste quesito)


[button src=#]Nota Final: 10/10[/button] 

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